sábado, 30 de agosto de 2008

Lovesong for No One

"Staying home alone on a Friday
Flat on the floor looking back
On old love
Or lack thereof
After all the crushes are faded
And all my wishful thinking was wrong
I'm jaded
I hate it

I'm tired of being alone
So hurry up and get here
So tired of being alone
So hurry up and get here

Searching all my days just to find you
I'm not sure who I'm looking for
I'll know it
When I see you
Until then, I'll hide in my bedroom
Staying up all night just to write
A love song for no one

I'm tired of being alone
So hurry up and get here
So tired of being alone
So hurry up and get here

I could have met you in a sandbox
I could have passed you on the sidewalk
Could I have missed my chance
And watched you walk away?

I'm tired of being alone
So hurry up and get here
So tired of being alone
So hurry up and get here
You'll be so good
You'll be so good for me"



[Lovesong for No One - John Mayer]

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Invasão de Privacidade

Eu entrei na sua casa, mexi nas suas coisas, abri suas gavetas e seus armários. Não sabia o que estava procurando, mas sabia que era errado, e não foi a primeira vez.

Mas como dizem, "quem procura acha". Achei declarações que não eram minhas, mensagens de amor e cartas melosas. Achei a tristeza em meu coração ao ver que o seu já não mais me pertencia.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Helena

"Helena, lembra Canela que remete a um sabor doce e inesperado. Pois é, assim é você. Alguém tão esplêndida, que exala a pureza dos dias claros. Junto de ti, eu confesso, converso e vivo cada pequeno instante, que reluz a imensidão do tempo.
Helena, não seria Helena, se não houvesse toda a sinceridade, intensidade e afeto.
Helena, não seria Helena, se não escrevesse listas ou cartas, e cumprisse metas.
Helena, não seria Helena, se não tomasse chá, se não tirasse fotos. Se não fosse inebriante com a primavera.
Helena, não seria Helena, se não fosse da paixões, se não jogasse conversa fora, se não deixasse resplandecer o bom coração.

A Lena que conheço é assim...

''A grande borboleta
Leve numa asa a lua
E o sol na outra

E entre as duas a seta

A grande borboleta
Seja completamente solta''

Obrigada por fazer parte da minha vida, e alegrar meus dias :D
Feliz aniversário. Desejo-te toda a felicidade possível do mundo, e se for difícil tê-la, não hesite em roubá-la!
Grande beijo :* "



Escrito por Elaine Araújo. É meu presente.

Uma Coisa Inocente

"Eu só poderia te dar algo que estivesse ao meu alcance e que fosse valiosamente barato. Portanto, é isso: uma coisa inocente.

UMA COISA INOCENTE

Estendi a mão por qualquer coisa inocente
uma pedra, um fio de erva, um milagre
preciso que me digas agora
uma coisa inocente

Não uses palavras
qualquer palavra que me digas há-de doer
pelo menos mil anos
não te prepares, não desejes os detalhes
preciso que docemente o vento
o longínquo e o próximo
espalhe o amor que não teme

Não uses palavras
se me segredas
aquilo que no fundo das nossas mentiras
se tornou uma verdade sublime

José Tolentino Mendonça"



"Presente" de aniversário do Gustavo. Obrigada.

domingo, 17 de agosto de 2008

Leão

"Antes de qualquer coisa, quero dizer que amo este signo. Amo. Queria ser leonino. E me dou bem principalmente com pessoas deste signo.

Leão é o líder, o rei, o brilho, mas inseguro, precisa de adornos e mimos, senão, sua auto estima é como a de uma ameba na quaresma.

Quer levantar um leonino? Elogie-o, finja que a opinião dele é a suprema, e que sem ele, sua vida seria uma vida vulgar e miserável, típica de personagem secundário de novela do SBT.

Quer derrubá-lo? Ignore-o, zombe dele, ria das suas roupas e modos exagerados, não aceite suas verdades prontas e você verá este felino louco, chorando pelas selvas da vida.

Leão é bem generoso, sempre dá um bom presente e mesmo quando pobre, ele se destaca pelo bom gosto e pela ambição.

Leão quando decide conquistar algo ou alguém, é um inferno, porque ele consegue, porque te cerca, te segue, perturba.

Sabe aquele magrelo galanteador que te liga toda hora e se acha? É um leão...
Aí de raiva, cansaço e curiosidade, você cede só por um pouquinho e descobre que o beijo dele é bom, que ele é carinhoso e quando você percebe... É toda dele, MERDA!

É ciumento, dramático e cheio de barracos.
E cuidado com amantes leoninas. Elas de alguma forma, conseguem se tornar as primeiras damas, até porque não suportam a hipótese de serem a segunda opção.

Frases bem típicas de leão:
'Vou te dizer uma coisa'...
'A verdade é que...'
'Vou te dar um conselho'
'Posso falar'?
E por aí vai...

As leoninas são rainhas de tudo, o pobre homem que as servir será sempre um súdito.
Porque são bravas, gastonas e querem atenção o tempo todo.

Manhosas, adoram criar um conflito só para no final, ganhar no debate. Mas em geral são fiéis, dedicadas e muito fogosas. Egoístas, podem desequilibrar os parceiros com ciúmes e exigências.

Mas no geral este signo quando está equilibrado (ou seja, no comando de tudo), é cheio de vida, calor e humor.

Tem ambição, trabalham bem e sim, querem ser reconhecidos. Amam aparecer, amam o destaque, o palco, a vida. Não existem muitos leoninos por aí. Até porque realeza não se acha em qualquer esquina, pessoas.

Na firma, sobem de cargo rápido e no refeitório, sempre estão ao lado da chefia.
E mesmo se for mecânico, com a roupa toda suja de graxa, o cabelo estará impecável, todo leão tem uma relação forte com o cabelo."


Quase tudo é bem verdade.
Eu diria uns 90%. Menos a parte do cabelo.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

A Carta

Escrevi uma carta, mas não te mandei. Um carta cheia de amor, de intensidade, de palavras bonitas, de sentimentos veementes. Uma carta romântica, alegre, cheia de boas lembranças, cheia de memórias, quase com uma música no fundo.

Eu dizia o quanto você era importante pra mim. Dizia o quanto gostava de compartilhar minha vida com você, o quão delicioso era ficar deitada no sofá com você, assistindo a algum filme ruim na sessão da tarde do domingo. Como era bom o seu beijo, o seu abraço, o seu cheiro, como eu - masoquistamete - adorava chorar de saudade de você.

Naquela triste carta, eu dizia como doía te dar adeus. Dizia como era doloroso ouvir à rádio e a nossa música começar a tocar. Disse como era difícil mudar de rádio, e eu acabava chorando de saudade. Eu falei que você foi meu primeiro amor, e até então, o meu único. Disse que o que eu senti por você, nunca senti por nenhuma outra pessoa.

Naquela carta eu disse que você foi o canalha mais canalha do mundo, por ter me feito sofrer, por ter me feito chorar, por arruinar noites de sono e tardes de estudo, por ferrar com meus dias de prova, com meu humor nos finais de semana. Eu disse que você era um sem consideração, um arrogante, com seu sangue frio correndo por suas veias, com seu coração de pedra que mal pulsava.

Eu disse que eu fui mais idiota ainda. Idiota por ter te conhecido, por ter me apaixonado, por ter te desejado, te amado, te querido tanto. Disse que eu me senti uma estúpida por rastejar tanto por você, por ter corrido tanto atrás de você quando você não me queria mais. Eu disse que nunca mais queria te ver, nem ouvir a sua voz, nem uma mísera foto de nós dois juntos.

E foi por isso que eu não mandei aquela carta. Porque no fundo, bem no fundo do meu coração, não quero que você saia da minha vida, que suma da minha frente, que suas fotos desapareçam do meu HD e que as suas cartas se inflamem. No fundo, eu ainda nos vejo juntos, vejo uma vida feliz, romântica, harmoniosa. Vejo você e eu na eternidade, trocando carinhos e muito amor.

Por isso não te mandei essa carta. Porque eu te amo, mas não quero que você saiba. Me dói te amar assim e ainda não ser a nossa hora de ficar juntos. Me dói esperar o quanto for preciso para que aí sim possamos ser felizes...
Eu te amo, sim. Te amo como sempre amei, como sempre vou amar.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Neologismo

Neologismo é o criamento de novas palavras.

Dia ruim?

Quando se está num dia ruim, é bem difícil dar ouvidos a um conselho amigo como "tente não pensar nisso" ou "vai passar". Mas esse amigo tem razão. Ficar pensando no que aborrece, ficar martirizando-se dessa forma só vai levar a um maior sofrimento.

O meu conselho de amigo é simples: chore tudo o que tem de ser chorado, grite, esperneie. Mas logo em seguida, esqueça. Distraia-se, cante desafinadamente, dance desengonçadamente, pule na cama, ouça uma música alegre, abrace alguém.

Na frente do espelho, tente sorrir para o seu reflexo. Você não vai conseguir, eu sei. Dará um sorriso tão torto e forçado, que começará a rir de si mesmo, e isso sim te tratá uma alegria interior.

Depois de todas as tentativas de sorrir, cantar, dançar e pular, você estará se sentindo tão melhor que nem lembrará mais o porquê de ter se aborrecido, não lembrará o porquê de ter ficado triste.

A minha intenção é fazer com que você enxergue como você tem de ser forte e não deixar que terceiros te desanimem ou te ponham para baixo. A vida é repleta de desafios e obstáculos, e nós devemos sempre encará-los com o peito estufado.

O êxito em superá-los trará orgulho, e aí sim você verá que, mesmo com tantos empecilhos, a vida pode ser maravilhosa. Basta você querer que ela seja.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Solidão

Sinto falta de alguém aqui comigo. Alguém para me abraçar, olhar nos meus olhos e sorrir, alguém que me conforte, alguém que olhe para mim e diga "você está linda".

Sinto falta de alguém que assista comigo algum filme num domingo, por pior que ele seja; alguém que goste de mim assim, que durma ao meu lado, ouvindo a minha respiração e meu coração batendo depressa.

Sinto-me só nestas frias noites que passam, sem aquela ligação "só para dar boa noite", sem aquela foto lindamente cafona no porta-retrato sobre o criado-mudo, sem aquele cheirinho impregnado no pijama, sem aquele "eu te amo" ao pé do ouvido.

Não sei de quem eu sinto falta, só sei que sinto, que queria esse alguém aqui comigo, segurando a minha mão, afagando meus cabelos, beijando o meu rosto.

domingo, 10 de agosto de 2008

Ananda

É aquela amizade que você sabe, que você jura de pés juntos que vai ser eterna. Você tem liberdade de rir da cara dela quando ela toma um tombo desengonçado, ou de fazer uma crítica construtiva, de dar uma bronca por algo que ela fez, de soltar um pum, de pagar um mico sem ficar sem graça.

É aquela amiga que não tem vergonha de você, e nem você tem vergonha dela. Vocês falam de qualquer assunto, de qualquer coisa, de qualquer besteira. Falam de sexo, de drogas, de rock 'n roll. Falam de homens, mulheres, intimidades, família, amigos. E também, se precisam, não falam de nada, e o silêncio não é desconfortável.

Ela está a mais de mil quilômetros de você, mas você sabe: se precisar dela, pode ligar, pode chamar, pode gritar, e pode ser até 4 horas da madrugada. Ela sempre estará ali pra te ajudar, porque ISSO SIM é uma amizade verdadeira. Onde não se mede valores, conhecimentos, apenas o sentimento que uma tem pela outra.

Eu amo você, Ananda. Do fundo do meu coração. Da forma mais cafona possível: eu sempre vou te amar.

Vida pós Morte

Vida após a morte... O que penso dela? Não penso. Na verdade, curio sobre a sua existência. Tenho vontade de morrer só pra saber o que aconteceria.

Minha alma ficaria vagando por aí como um mendigo bêbado e desabrigado? Ou será que eu reencarnaria no corpo de um homem? Ou no corpo de um animal bizarro? Quem sabe no corpo de uma pessoa que futuramente seria famosa e rica... Vai saber.

Eu não gosto de criar as minhas teorias. Fico no "achismo". "Eu acho que ficarei junto ao meu corpo no meu caixão, enterrada para todo o sempre. Mas e se eu for cremada? Eternamente numa urna? E se me despejarem no oceano? Dissolvida nas águas salgadas?

Assim eu preferia não morrer. Mas a imortalidade ainda não está ao meu alcance. Infelizmente. Ou não.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Medos

Aos 6 anos tinha medo de escuro, só dormia com a luz do corredor acesa. Tinha medo de cachorro grande, era um trauma de infância que só superou muito depois.

Aos 10, tinha medo de ficar sem amigos. Tinha medo de fantasma, de espíritos; tinha medo de andar à cavalo.

Aos 14, tinha medo de ficar sozinha, sem amigos e sem a família.

Aos 16, tinha medo da morte. Tinha medo de não viver o suficiente, de não conhecer alguns lugares e algumas pessoas.

Aos 18, ainda tem medo de altura. Tem medo de baratas, de gafanhotos, tem medo de perder algum parente ou amigo próximo.

Então prefere não pensar nisso, superar esses medos e viver da melhor forma possível.

Revoltada

Esta noite eu te defendi. Você, na verdade, nem soube, mas sim, eu te defendi. Não te defendi porque você me pediu. Te defendi porque eu quis. Ouvi de monte. Ouvi que julgo sem conhecer. Mas eu conheço bem mais do que ele imagina.

Você, por outro lado, é um arrogante, um ingrato, sem consideração e patético. Até quando vai usar o mesmo argumento ridículo de que eu só encho o saco? Pelo amor, cresça.

Eu não tenho palavras para descrever como estou me sentindo nesse momento. É quase uma hora da madrugada, e as únicas pessoas com quem eu me abriria estão dormindo e não quero acordá-las. É por isso que escrevo.

Eu sei, você provavelmente nem vai ler isto, mas só pelo fato de eu estar escrevendo agora me alivio imensamente. Eu te juro, naquele instante eu quis mesmo é te dar um soco na cara.

Você é o único que não enxerga meus esforços, a minha luta em melhorar, porque você é um cego egoísta que só pensa em si mesmo, que só olha pro próprio umbigo. E eu estou aqui chorando por você. Nem sei bem explicar o motivo. Não sei se é porque você não vê meu suor em ajudar a manter a harmonia em nossa casa, ou e é só por sua arrogância e impertinência.

Você pensa que é melhor que todos. Se não, melhor que muita gente.Acho que esta na hora de abaixar o nariz um pouco, e notar que você precisa rever seus conceitos; que "você só enche o saco" não é verdade e que eu luto demais pra estar bem com você, e você não ergue sequer uma palha por mim.

Tomara que você cresça. E logo.

domingo, 3 de agosto de 2008

Sobre Helena

Não gosta de chocolate, toma banho no escuro, gosta de filmes de comédia, ficção, romances, suspenses. Ela adora chá, receber torpedos no celular, uma ligação inesperada. Adora a comida do pai, da vó, e só não gosta da comida da mãe porque ela não cozinha.

Helena tem mania de acender apenas abajures - e não luzes de teto; tem mania de calçar o pé esquerdo primeiro, de andar com o celular pra lá e pra cá - e dormir com ele do lado. Não sai de casa sem perfume nem relógio. Ajusta o despertados pra tocar quando os minutos terminam em zero ou cinco.

Adora ouvir música de diversos tipos, a diversas horas do dia. Gosta de sopas, arroz com farofa. Ama o inverno, encrementar-se com cachecóis e sobretudos, adora botas, pouco usa tênis. Tem só meias e calcinhas brancas e pretas.

É romântica, carinhosa, ótima companheira. Adora ganhar presente, adora dar presente. Ela ama o seu nome, ama seu signo, apesar de ser muito geniosa. Helena sempre sincroniza seus relógios. É um toc. Prefere a noite ao dia, prefere gramática a física, prefere chá a café, prefere preto ao branco, chiclete a chocolate.

Ela tem três irmãos e pais separados. Mesmo com a família dispersa, não a troca por nada. Nem os amigos. São a segunda família. Helena é sonhadora, é feliz, é uma ótima amiga. Gosta de fazer os outros rirem, tenta. Nem sempre consegue, mas o fracasso em tentar gerar risos acaba gerando-os.

Gosta de dormir de bruços, de passar maquiagem, de comprar roupas novas, de procurar móveis pra casa com o pai, gosta de viajar de avião, esquiou uma vez e esquiaria sempre. Ela gosta de maçã, manga, uva, ameixa, romã, pêra, goiaba, e muitas outras frutas.

Helena não gosta de mentira, de falta de consideração e falta de respeito. Ela não gosta de acordar cedo, nem de dias quentes. Não gosta de tomar banho frio, não gosta de ficar doente, não gosta de não ter nada pra fazer. Helena não gosta de gente fedida. Deve ser o único preconceito.

Gosta de andar de ônibus de vez em quando, dá pra espairecer. Não gosta de gente atrasada, não gosta de canela, não gosta de gente estressada. Ela até estressa às vezes, mas tem se controlado. Não gosta de brigar com os amigos, com os pais, com os irmãos. Mas não gosta de perder uma briga.

Tem mania de fechar a porta do box sempre que sai do banho, pra ela não ficar embaçada coberta pelo outro vidro. Tem mania de estralar os dedos, o pescoço, as vértebras. Tem mania de roer unhas, por isso vai à manicure toda semana.

Adora ir ao cinema, adora ver um filme em casa, comer pipoca, jogar truco, pôquer, imagem e ação. É ninja no STOP. Está aprendendo a cozinhar. Gosta de tirar fotos, de sair em fotos, de fotografar. Ela fala sozinha, ela pensa em voz alta. Adora praticar o inglês e o espanhol macarrônico.

Gosta de 'noites do pijama', fazer filmagens engraçadas, contar piadas infames e rir delas sozinha, gosta de cantar. Canta no chuveiro, canta quando está sozinha, sonha em cantar em público, embora seja mais desafinada que uma gralha com amidalite.

Chora em filmes românticos, chora quando se sente oprimida. É uma chorona nata. Ri de tombos alheios, ri dos próprios tombos, ri das coisas simples da vida, adora rir. É o tipo de pessoa que chama a atenção por estar sempre rindo e sorrindo.

Ela é preguiçosa, é arrogante, é mandona. Tem horas que dá vontade de nunca tê-la conhecido. É chata, é insistente, é tagarela. Adora falar besteira. Adora falar muito. Adora falar. Adora os amigos, adora as amigas.

Adora a vida. Ela, na verdade, a ama, ama as coisas simples da vida, ama as coisas que devem ser amadas, valoriza tudo aquilo que tem, aquilo que lhe foi dado, aquilo que um dia não terá mais.

Carro conversível

Teve uma infância feliz, era uma criança risonha, esperta, alegre. Quando tinha uns 7 anos de didade, viu um scort conversível, virou-se para a mãe e disse: "quando eu crescer, vou ter um carro que abaixa a capota".
Com uns 13, decidiu que queria fazer arquitetura, não para imitar os tios, mas porque gostava. Com 14 teve seu primeiro namorado. Não bem o primeiro, mas o considerou de fato o seu cafona 'primeiro-amor'.
Com 16, estava no 1º ano do ensino médio, e aí sim descobriu o que era estudar, mesmo assim não estudava tanto quanto devia. Com quase 17 anos, tentou se matar. Percebeu que foi a coisa mais idiota que podia ter feito.
Percebeu que a vida é única, que deve ser vivida intensamente, que cada dia deve ser aproveitado como se não houvesse amanhã. Aprendeu que as loucuras existem para serem cometidas, que os riscos estão aí para serem corridos.
Com quase 18, ainda sonha em ter um carro conversível, que abaixa a capota!

B-sides

É difícil também encontrar defeitos, mas todos os têm. Segue a lista dos meus, e acreditem, ainda há muitos outros!


A
arrogante, adolescente, agressiva

B
burra, bocó, brava

C
carente, chorona, chata

D
desastrada, descuidada, desatenta

E
escandalosa, egoísta, emotiva

F
feia, falastrona, falha

G
geniosa, gélida, grossa

H
histérica, helena

I
inquieta, impaciente

J
jumenta, jacu

L
leonina, lamentosa, leiga

M
mandona, matraca, maligna

N
nervosa, neurótica

O
orgulhosa, obscura

P
perfeccionista, preguiçosa, prepotente

Q
queixosa, "quebradiça",

R
radical, rancorosa, receosa

S
sensível, sórdida, sabichona

T
temperamental, tola, teimosa, tê-pê-êmica

U
usurpadora

V
vingativa, violenta, vã

X
x9, xereta

Z
zangada

Helena de A a Z

Com certeza os defeitos vão render bem mais, mas aí estão minhas virtudes, de A a Z, com ajuda de uns amigos para enxergá-las. =)


A
amiga, amante, ambiciosa, amorosa

B
bela, batalhadora, benevolente

C
carinhosa, companheira, capaz, cinéfila

D
detalhista, doce, democrática, dinâmica

E
esperta, energética, extrovertida, espirituosa

F
feliz, falante, frugívora, franca

G
gentil, generosa, gulosa

H
humana, hábil, honesta, helena

I
inteligente, impetuosa

J
jocosa, justa, juvenil, jubilosa

L
lutadora, lacrimosa, leal, limpa

M
madura, magnata, maliciosa, marcante

N
notável, narcisista, noturna

O
objetiva, onívora, orgulhosa, obediente

P
participativa, prestativa, perfumada, persistente

Q
qualificada, querida

R
racional, rainha, risonha, risível

S
sensual, sensata, saudável, saudosa

T
tagarela, tolerante, tranqüila

U
única, útil, ungüífera

V
vaidosa, venusta, vívida

X
xereta

Z
zelosa