Foi este um ano em que coisas muito boas e muito ruins aconteceram... Algumas passam despercebidas, porque parece que só damos atenção ao que é de todo mal, como dizia um provérbio, que era mais ou menos assim "faça algo bom e ninguém lembrará, faça algum mal e ninguém esquecerá".
Eu me lembro de muitas coisas ruins, como quando meu pai ficou doente em casa, impaciente, com dor, e eu sentia-me impotente, incapaz de ajudá-lo. Fiquei muito mal quando houve um conflito na casa de minha mãe e todos os filhos fizeram malas, e xisparam. Restou eu. E ela chorando.
Me lembro de quando conferi o gabarito da Fuvest e me senti a pessoa mais estúpida do mundo, assim como quando fui ver os resultados da Unicamp enquanto estava em São Leopoldo. Fiquei muito mal por isso também. Ou quando briguei muito com meu pai por causa de uma decisão minha, também sobre faculdades, e fiquei com o coração apertado a semana toda, que estava longe dele.
Me lembro de pequenas e estúpidas brigas com amigos queridos e familiares. Com meus irmãos por causa de bagunça na casa, de uma mísera revista.. Me lembro de quando meu pai não gostou da minha tatuagem nova. Pra mim fez só uma cara de "ah, whatever", e para a namorada falou horrores. Entristece a falta de sinceridade que houve naquele momento, ele podia ter me dito tudo o que achava de uma vez só.
Também me lembro de quando estive muito triste, e parecia que não havia ninguém para me amparar naquele momento. E encharcava o travesseiro, e chorava baixinho. Estranhamente não me lembro do motivo. Mas me lembro do episódio.
Por outro lado, lembro-me de quando comecei a estudar na mesma sala que meus amigos, que antes eram amigos apenas de intervalos e fins de semana. Foi muito bom tê-los ao meu lado o tempo todo.
Lembro de quando vi os resultados da Puccamp e vi que passei. E algumas pessoas super inteligentes não passaram. Me senti bem e mal ao mesmo tempo. Ou quando me ligaram da Anhembi, que eu havia sido a primeira colocada no curso de design de interiores, e ganharia bolsa de 30% e pagaria só 50% da matrícula.
Me lembro de quando reuni com os amigos, e jogamos Imagem e Ação, e Catan, e War, e o cacete a quatro. Rimos muito, tiramos muitas fotos, nos divertimos demais. Muitos churrascos, pizzadas, reuniões à toa. Ótimas lembranças que ficaram pra 2008.
Ou quem sabe quando eu matei aula! Ah, é ruim mas é bom! E eram aulas inúteis, vá! Matava aula e ficava no MSN, na biblioteca, conversando com o Lu. Ou na cantina, jogando truco! Ou até em casa, dormindo. Dormir à tarde é ótimo, e estudando nesse período nem dava...
Foi este o ano em que comecei a cozinhar, ajudar mais em casa. Não fiz grande variedade de receitas, mas o que eu fazia ficava até gostosinho. Ninguém nunca reclamou ou passou mal!
Outra coisa muito boa que me aconteceu foi meio que 'me libertar' do passado e de coisas nele que ainda me seguravam, e me deixavam um pouco infeliz. Me sinto muito melhor agora que o fiz. Livre, sabem? Uma pessoa que não me deu o devido valor na hora que deveria, e agora arrepende-se.
Outra coisa muito boa foi ter prestado Fuvest. Mesmo sem ter passado. Foi quando eu entrei na comunidade e conheci uma pessoa muito especial, por quem hoje criei um sentimento muito forte! E só aumenta.
Não só essa pessoa, como outras, divertidas, queridas, inteligentes - que passaram! - e dinâmicas que ficarão na lembrança.
Também foi o ano em que conheci uns amigos de minha irmã. Que parece que viraram mais meus amigos que dela! Muitas corujadas em casa, de meia noite ao meio dia, falando besteira, contando piadas de pontinhos, jogando Nintendo 64 e Wii, ou vendo filmes, ou comendo pizza do Russi. São pessoas muito especiais que adorei ter conhecido.
Também o ano em que me formei. E agora acabou. Acabou escola, acabou colégio, acabaram fofocas de segunda, de intervalo, croissants de chocolate, vôlei e três cortes, pedágios todas as quartas, algumas saídas nas sextas após as aulas... Espero sinceramente que as amizades continuem sempre intensas e fortes e que sejamos sempre unidos, nunca distantes uns dos outros. É bom e ruim. Me formar é ótimo.. Distanciar dos amigos que é ruim.
Foi o ano em que parece que me dei bem melhor com minha mãe do que em outro anos. Também o ano em que parece que nos unimos mais. Melhorou a relação, a convivência. Me sinto bem em relação a isso.
Neste ano também virei 'de maior'. Fiz uma festa de aniversário como há anos não fazia. E melhor: temática! Festa à fantasia! Minha fantasia era a mais bonita, convenhamos! Hehehe! Foi tudo ótimo! Muitas fotos, muitos doces, muita música, muita risada, muita dança, muita fantasia engraçada e bem feita. Inesquecível.
Também foi o ano em que a Jéssica passou uma noite em casa. Sexo selvagem e muita putaria rolou solta! Mais detalhes, perguntem pra ela! Amo essa bitch. =)
São tantas coisas pra falar de 2008, mas não me lembro te tantos detalhes, e você, leitor, se é que chegou até aqui, com certeza já está muito cansado de ler sobre a minha vida. Então é isso. =)
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Saudade
Coisa sem nome. Não, é mentira. Tem nome. E conheces como a palma de tua mão. Esse sentimento é a saudade. Ah, dói. Dói até de dizer. Saudade de um lugar, de uma coisa, principalmente de uma pessoa. Saudade de casa, da cama, saudade dele... E o fato de estar longe torna mais intensa a saudade. Tão ruim. Aí uma música te recorda dessa pessoa, um cheiro daquele lugar, um sabor daquela coisa.. E fica impossível não sentir essa coisa. Essa coisa a que demos o nome de saudade.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Perdão
Tudo o que tenho a dizer é 'desculpe-me'. Não sei explicar que lapso foi esse, não tenho palavras pra expressar meu arrependimento. Nunca, desde o inicio, eu devia tê-lo visto.
E mais, depois disto, mesmo com certa decisão de que não o levaria adiante, eu levei. Talvez em momentos de solidão e carência. Mas não, eu não devia tê-lo feito. Fui cruel, brinquei com teus sentimentos, mesmo que involuntariamente.
Não que o quisesse, mas não que não o quisesse também. Exatamente por estar confusa, ora demonstrava intensa vontade de te ver, e ora numa secura tão grande de partir o coração.
De um lado o medo de estar sozinha. E você, você era o único que me desejava como há tempos eu não havia sido. De outro, a segurança. Mesmo sozinha, estava ótima. Como se você não fosse o último homem do mundo.
Mas minha decisão está feita. É dura, pode ser cruel. Mas acredite: será melhor para nós dois. Não vai querer alguém como eu ao teu lado. Alguém que fez o que fiz.
Pode ser que me odeie por isso. Não vou dizer que não ligo. Mas supero. Não posso ficar ao teu lado. Desde o início soube que você não era para mim. Não posso dizer, no entanto, que me arrependo. O que me torne, talvez, um pouco contraditória. Mas é que nunca saberia eu que não teria dado certo se não tivesse tentado.
Adoro você, por quem você é. Com um sorriso cativante, um jeito carinhoso. Me tratou muito bem sempre, me respeitou, me aceitou, aceitou meus defeitos e meu jeito de ser. Sou grata por isso. Mas me dói o coração olhar para você depois do que fiz. Então talvez seja um adeus.
E espero encarecidamente que me perdoe. Mesmo.
E mais, depois disto, mesmo com certa decisão de que não o levaria adiante, eu levei. Talvez em momentos de solidão e carência. Mas não, eu não devia tê-lo feito. Fui cruel, brinquei com teus sentimentos, mesmo que involuntariamente.
Não que o quisesse, mas não que não o quisesse também. Exatamente por estar confusa, ora demonstrava intensa vontade de te ver, e ora numa secura tão grande de partir o coração.
De um lado o medo de estar sozinha. E você, você era o único que me desejava como há tempos eu não havia sido. De outro, a segurança. Mesmo sozinha, estava ótima. Como se você não fosse o último homem do mundo.
Mas minha decisão está feita. É dura, pode ser cruel. Mas acredite: será melhor para nós dois. Não vai querer alguém como eu ao teu lado. Alguém que fez o que fiz.
Pode ser que me odeie por isso. Não vou dizer que não ligo. Mas supero. Não posso ficar ao teu lado. Desde o início soube que você não era para mim. Não posso dizer, no entanto, que me arrependo. O que me torne, talvez, um pouco contraditória. Mas é que nunca saberia eu que não teria dado certo se não tivesse tentado.
Adoro você, por quem você é. Com um sorriso cativante, um jeito carinhoso. Me tratou muito bem sempre, me respeitou, me aceitou, aceitou meus defeitos e meu jeito de ser. Sou grata por isso. Mas me dói o coração olhar para você depois do que fiz. Então talvez seja um adeus.
E espero encarecidamente que me perdoe. Mesmo.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Fernando Pessoa
Leva-me longe, meu suspiro fundo,
Além do que deseja e que começa,
Lá muito longe, onde o viver se esqueça
Das formas metafísicas do mundo.
(...)
Só quem puder obter a estupidez
Ou a loucura, pode ser feliz.
Buscar, querer, amar... tudo isto diz
Perder, chorar, sofrer, vez após vez.
(...)
Braços cruzados, sem pensar nem crer,
Fiquemos pois sem mágoas nem desejos
Deixemos beijos, pois o que são beijos?
A vida é só o esperar morrer.
Além do que deseja e que começa,
Lá muito longe, onde o viver se esqueça
Das formas metafísicas do mundo.
(...)
Só quem puder obter a estupidez
Ou a loucura, pode ser feliz.
Buscar, querer, amar... tudo isto diz
Perder, chorar, sofrer, vez após vez.
(...)
Braços cruzados, sem pensar nem crer,
Fiquemos pois sem mágoas nem desejos
Deixemos beijos, pois o que são beijos?
A vida é só o esperar morrer.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Desencontro
Marcamos às vinte. O ponto de encontro era um cafézinho ajeitado numa esquina. Eu cheguei dez minutos atrasada porque chovia. Ele ainda não estava lá.
Sentei-me à mesa, de frente à porta de entrada, e esperei. Deram nove e ele ainda não aparecia. Pedi um café e apanhei uma revista.
Era uma Casa & Construção com foco em paisagismo. Em uma hora acabei a leitura. E nada de ele chegar.
Dez e meia e eu já estava num pão com manteiga na chapa com uma xícara grande de café com leite. Veio junto a tristeza de ser esquecida.
Às onze e meia desisti de esperar. Fechei a conta, vesti meu casaco e saí, engolindo o choro. Não deu muito: ao passar pela porta o vejo me esperando no café da frente.
O problema maior é que, quando conto essa história, ninguém acredita em tamanha falha de comunicação.
Sentei-me à mesa, de frente à porta de entrada, e esperei. Deram nove e ele ainda não aparecia. Pedi um café e apanhei uma revista.
Era uma Casa & Construção com foco em paisagismo. Em uma hora acabei a leitura. E nada de ele chegar.
Dez e meia e eu já estava num pão com manteiga na chapa com uma xícara grande de café com leite. Veio junto a tristeza de ser esquecida.
Às onze e meia desisti de esperar. Fechei a conta, vesti meu casaco e saí, engolindo o choro. Não deu muito: ao passar pela porta o vejo me esperando no café da frente.
O problema maior é que, quando conto essa história, ninguém acredita em tamanha falha de comunicação.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Ignoro
Não ligo mais. Sei lá se você viu, se se importou. Mas eu não ligo mais. Não quero mais saber de você. Você, com sua falta de consideração, me usou. Ignora, agora, a mim, e depois sentirá a minha falta... Ah, eu sei. Eu te conheço. É previsível a sua reação. Virá me visitar de surpresa, trará flores, mandará uma mensagem, ligará para mim. Mas eu... Eu não me importo. Já era hora de não me importar. Já era hora.
domingo, 9 de novembro de 2008
"Homens sábios não viajariam
E jamais por si conheceriam
Lábios doces como os que eu conheci.
Eu desejo-te de imediato
Não sou sábio (sou pobre diabo)
Atrelado, portanto, a ti.
Hoje enxergo. Mas leigo, ignoro
Então insisto, eu teimo e imploro:
Larga-me, e em teus olhos eu mergulho
Erga em mim teu monumento
Nos cabe em pleno desenvolvimento
A tua felicidade, meu orgulho.
Hei sim então de dizer que eu viajo
E que por dias inteiros aguardo:
Levo o tempo pulsando nas veias
E as horas cravadas no seio
Numa guerra de quase silêncio
A ti e aos teus reinos de areia."
[Zé Eduardo Martin Roquetti - 09.11.2008]
E jamais por si conheceriam
Lábios doces como os que eu conheci.
Eu desejo-te de imediato
Não sou sábio (sou pobre diabo)
Atrelado, portanto, a ti.
Hoje enxergo. Mas leigo, ignoro
Então insisto, eu teimo e imploro:
Larga-me, e em teus olhos eu mergulho
Erga em mim teu monumento
Nos cabe em pleno desenvolvimento
A tua felicidade, meu orgulho.
Hei sim então de dizer que eu viajo
E que por dias inteiros aguardo:
Levo o tempo pulsando nas veias
E as horas cravadas no seio
Numa guerra de quase silêncio
A ti e aos teus reinos de areia."
[Zé Eduardo Martin Roquetti - 09.11.2008]
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Sonhos
Sonhos. Muitas vezes cremos que sejam irrealizáveis.
Por que sonhamos? Porque é nosso único momento para desligar-nos da realidade. E ainda que seja um sonho realizável, é a possibilidade de almejá-lo. Parece que a vida ganha mais sentido quando sonhamos.
Pode ser uma coisa boba. Pode ser experimentar um prato exótico, pode ser bater um recorde seu. Mas ao sonhar, soa como uma meta para a vida. Cumpri-la traz alegria e satisfação interna. Realização pessoal. Acordar e pensar "é hoje que realizo meu sonho" torna nossos dias mais empolgantes.
Dias empolgantes incentivam a mais sonhos. Sonhar incentiva realização pessoal. Realização pessoal traz hamornia interna e dias empolgantes. Vivendo então um ciclo que desmotoniza a nossa vida.
E é então que prefiro sonhar. Certamente quero realizar sonho por sonho. Mas tê-los em vista traz maior "aventura" para o cotidiano, e assim dias menos cansativos.
Sonho. Mesmo que seja irrealizável.
Por que sonhamos? Porque é nosso único momento para desligar-nos da realidade. E ainda que seja um sonho realizável, é a possibilidade de almejá-lo. Parece que a vida ganha mais sentido quando sonhamos.
Pode ser uma coisa boba. Pode ser experimentar um prato exótico, pode ser bater um recorde seu. Mas ao sonhar, soa como uma meta para a vida. Cumpri-la traz alegria e satisfação interna. Realização pessoal. Acordar e pensar "é hoje que realizo meu sonho" torna nossos dias mais empolgantes.
Dias empolgantes incentivam a mais sonhos. Sonhar incentiva realização pessoal. Realização pessoal traz hamornia interna e dias empolgantes. Vivendo então um ciclo que desmotoniza a nossa vida.
E é então que prefiro sonhar. Certamente quero realizar sonho por sonho. Mas tê-los em vista traz maior "aventura" para o cotidiano, e assim dias menos cansativos.
Sonho. Mesmo que seja irrealizável.
Leis de Murphy
Leis de Murphy aplicáveis ao meu dia-a-dia:
Molho de tomate não respingará em tuas vestes a não ser que estas sejam brancas.
O telefone tocará somente quando estiveres no banho. Se saíres para atendê-lo, das duas uma: ou não dará tempo de atenderes, ou será engano.
Nunca faltas às aulas; e estas, sempre monótonas. Quando faltares é que haverá algo de interessante de que todos falarão no dia seguinte.
Um atalho será a maior distância entre dois pontos.
Encontrarás sempre aquilo pelo que não estás procurando.
As coisas entram mais facilmente do que saem.
Mesmo o objeto mais inanimado terá movimento suficiente para ficar na tua frente e provocar uma canelada.
Todo e qualquer esforço para apanhar um objeto em queda causará estrago muito maior que deixá-lo cair naturalmente.
Os assuntos mais simples serão sempre aqueles dos quais não entendes absolutamente nada.
Engarrafamentos ou sinais fechados inexistirão quando saíres cedo de casa.
Toda solução criará novos problemas.
Inteligência tem limites. Burrice não.
Conversas sérias só ocorrerão quando estiveres com pressa.
As variáveis variam menos que as constantes.
Se ele te der mole, será feio. Se for bonito, estará acompanhado. Se ele estiver sozinho, tu que estarás acompanhada.
Oitenta por cento do exame que prestarás será baseado na aula que perdeste e no livro que não leste.
A citação mais valiosa para tua redalão será aquela de cujo autor não te recordas.
Caras legais são feios. Caras bonitos não são legais. Caras bonitos e legais são gays.
Se estiver escrito 'tamanho único' é porque não serve em ninguém.
A informação mais necessária será sempre a menos disponível.
A probabilidade de o pão cair com o lado da manteiga para baixo será proporcional ao valor do tapete.
A fila ao lado andará sempre mais rápido.
Se não estiveres confuso é porque não estás prestando atenção.
Toda partícula voadora sempre encontrará um olho aberto.
Um morro nunca desce.
Molho de tomate não respingará em tuas vestes a não ser que estas sejam brancas.
O telefone tocará somente quando estiveres no banho. Se saíres para atendê-lo, das duas uma: ou não dará tempo de atenderes, ou será engano.
Nunca faltas às aulas; e estas, sempre monótonas. Quando faltares é que haverá algo de interessante de que todos falarão no dia seguinte.
Um atalho será a maior distância entre dois pontos.
Encontrarás sempre aquilo pelo que não estás procurando.
As coisas entram mais facilmente do que saem.
Mesmo o objeto mais inanimado terá movimento suficiente para ficar na tua frente e provocar uma canelada.
Todo e qualquer esforço para apanhar um objeto em queda causará estrago muito maior que deixá-lo cair naturalmente.
Os assuntos mais simples serão sempre aqueles dos quais não entendes absolutamente nada.
Engarrafamentos ou sinais fechados inexistirão quando saíres cedo de casa.
Toda solução criará novos problemas.
Inteligência tem limites. Burrice não.
Conversas sérias só ocorrerão quando estiveres com pressa.
As variáveis variam menos que as constantes.
Se ele te der mole, será feio. Se for bonito, estará acompanhado. Se ele estiver sozinho, tu que estarás acompanhada.
Oitenta por cento do exame que prestarás será baseado na aula que perdeste e no livro que não leste.
A citação mais valiosa para tua redalão será aquela de cujo autor não te recordas.
Caras legais são feios. Caras bonitos não são legais. Caras bonitos e legais são gays.
Se estiver escrito 'tamanho único' é porque não serve em ninguém.
A informação mais necessária será sempre a menos disponível.
A probabilidade de o pão cair com o lado da manteiga para baixo será proporcional ao valor do tapete.
A fila ao lado andará sempre mais rápido.
Se não estiveres confuso é porque não estás prestando atenção.
Toda partícula voadora sempre encontrará um olho aberto.
Um morro nunca desce.
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